Suzano Papel e Celulose inaugura Casa de Farinha na comunidade de Coquelândia, em Imperatriz (MA)

Suzano Papel e Celulose inaugura Casa de Farinha na comunidade de Coquelândia, em Imperatriz (MA)

Nós da Suzano Papel e Celulose inauguramos na última segunda-feira (18) uma Casa de Farinha na comunidade de Coquelândia, em Imperatriz (MA). A unidade, que atenderá produtores de Coquelândia e região da Estrada do Arroz, visa fomentar a geração de renda complementar a partir do incentivo à produção familiar em zona rural. No evento de inauguração estavam presentes parceiros e membros do poder público local, incluindo o Vice-prefeito de Imperatriz, Alex Nunes, e o Secretário Municipal de Agricultura, Paulo Torres, o vereador Aurélio Gomes, Edinardo Filgueiras, Gerente da Fundação Banco do Brasil, além de representantes da Diocese de Imperatriz e da Cáritas Brasileira.

A construção da Casa de Farinha é resultado das discussões do Conselho de Comunitário da região. O Conselho Comunitário é uma iniciativa apoiada pela Suzano e que aborda um modelo participativo de relacionamento entre as comunidades onde a empresa atua, tendo como principal objetivo transformar a realidade socioeconômica das comunidades locais, criando nelas uma cultura empreendedora e fomentando o desenvolvimento social.

“Entregamos para a comunidade um local que é o resultado de uma decisão do Conselho Comunitário. Muitas pessoas na região já plantavam mandioca, mas tinham a necessidade de um espaço destinado à produção da farinha. Com essa Casa, acreditamos que as famílias tenham uma expectativa ainda mais favorável de melhoria da renda”, afirma Ana Paula Soares, Coordenadora de Responsabilidade Social da Suzano em Imperatriz.

Resultado do envolvimento da população local no Conselho Comunitário, a Casa de Farinha recebeu o investimento da Suzano e foi construída em parceria com a Cáritas Brasileira, por intermédio da Rede Mandioca, rede de articulação estadual de organizações formais e informais de agricultores familiares do Maranhão que atuam diretamente no cultivo, manejo, beneficiamento e comercialização da mandioca e seus derivados.

Jecy Pereira, Presidente da Cáritas Diocesana de Imperatriz, reforça que a Rede Mandioca apoia o desenvolvimento das comunidades por meio da produção da farinha e de seus derivados. “A Casa trará muitos benefícios para esse pessoal, que poderá plantar e desenvolver ainda mais produtos com qualidade”, afirma.

Maria do Carmo, mais conhecida na região como Dona Miúda, é moradora de Coquelândia, integrante da Rede Mandioca e do Conselho Comunitário e uma das entusiastas do projeto. Para ela, a inauguração da Casa de Farinha é a realização de um sonho. “A gente precisava de um lugar para trabalhar melhor com a nossa mandioca. O plantio estava acabando, mas com a volta do projeto e a inauguração da Casa, já recebemos várias inscrições para participação, de gente que voltou a plantar”, diz.

“Queremos que a Estrada do Arroz seja reconhecida agora como a Estrada da Farinha, que as pessoas de fato possam produzir farinha, ganhar com dignidade o pão de cada dia e gerar uma vida melhor para toda essa região”, ressalta o Bispo Dom Vilson, da Diocese de Imperatriz.

Comentários

  1. Parabéns por essa iniciativa. Eu participei de um projeto que incluía estudo de vulnerabilidade humana à degradação físico-ambiental e, a questão dos fatores culturais da população eram uma das componentes analisadas que pesam na resiliência dessas às mudanças.
    Gostaria de aproveitar e divulgar, se permitirem, o blog que estou montando. Lá tem uma matéria sobre parte desse projeto que comentei, a qual publiquei também no meu linkedin.

    1. Que bacana, Marcelo! Ficamos muito contentes em saber da sua experiência no projeto em que participou. Parabéns!!!

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