Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje, dia 05/06, é o Dia Mundial do Meio Ambiente! E, para nós, a sustentabilidade é uma forma de encarar a vida: é como moldamos nosso impacto e assumimos nossos compromissos. Nosso negócio depende das melhores práticas com as pessoas e com o meio ambiente, e do entendimento de que nossas ações devem ir muito além de nossa empresa. A cada dia, damos um novo passo juntos. Neste dia tão importante, que tal conhecer um pouco mais sobre como a sustentabilidade permeia o dia-a-dia na Suzano?

Manejo sustentável

Uma das técnicas utilizadas em nosso manejo é o plantio em mosaico. As áreas de plantação de eucalipto são intercaladas com áreas de mata nativa, conectadas por corredores ecológicos, que garantem abrigo e acesso à alimentação para diferentes espécies. Esse modelo propicia um ambiente adequado para a conservação e manutenção da biodiversidade.

Gestão ambiental

A tecnologia florestal aplicada pela Suzano é um dos pilares de nosso balanço ambiental, marcado por ganhos permanentes de eficiência e um estoque expressivo de carbono. Possuímos cerca de 1,3 milhão de hectares, dos quais 540 mil hectares de áreas destinadas à preservação. Nossos plantios estocaram 57,9 milhões de toneladas de carbono equivalente (tCO2 ) em 2017, o que faz da indústria de papel e celulose uma importante aliada no combate aos efeitos causadores das mudanças climáticas.

Proteção de fauna e flora

Também temos um papel importante no monitoramento de flora e fauna, estudo realizado periodicamente nas Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs). Apenas nos monitoramentos realizados em 2017, nas áreas da Suzano foram encontradas 4% das espécies de mamíferos e 16% das espécies de aves já identificadas em todo o Brasil, incluindo algumas ameaçadas de extinção.

Gestão Hídrica

A gestão hídrica também se estende a todo o processo produtivo, com destaque para o uso consciente do recurso natural e o devido tratamento ao volume de água devolvido aos corpos hídricos. Em 2017, por exemplo, investimos cerca de R$ 100 milhões na instalação de uma nova Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) na Unidade Mucuri (BA), com capacidade para tratar 2.900 metros cúbicos por hora. Essa melhoria estrutural nos permite devolver a água ao Rio Mucuri com aproximadamente 59% menos carga orgânica, contribuindo para a manutenção de outras atividades que dependem das águas dos rios que passam por nossas fábricas.

Também investimos em iniciativas como o projeto Nascentes do Rio Mucuri para estimular a restauração e a cultura da preservação de nascentes e matas ciliares dos recursos hídricos da Bacia do Rio Mucuri.

Redução de resíduos e consumo de matéria-prima

Também incentivamos o desenvolvimento de soluções para o reaproveitamento dos resíduos gerados em nosso processo produtivo. É o caso do projeto Tijolos Sustentáveis, de alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), patrocinado pela Suzano. O material desenvolvido pelos estudantes, com baixo custo de produção e grande vantagem ambiental pois utiliza como matéria-prima os resíduos gerados no processo de produção da celulose, foi apresentado no 3º Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis, na cidade de Coimbra, em Portugal.

A Suzano também incentivou, na Unidade Imperatriz, a inauguração de uma planta satélite produtora de peróxido de hidrogênio (H2O2), um dos insumos necessários para a produção de celulose. Com o projeto, uma parceria com a Peróxidos do Brasil, do Grupo Solvay, reduzimos o fluxo de viagens de caminhão nas estradas. Antes da inauguração da unidade, o fornecimento local de 12 mil toneladas anuais ocasionou o fluxo de 735 viagens de caminhão em 2017.

Instituto Ecofuturo

Criado em 1999 e mantido pela Suzano, ele desenvolve ações e projetos relacionados ao convívio do homem com o meio ambiente, além do fortalecimento da prática de leitura e universalização de bibliotecas comunitárias. A gestão do Parque das Neblinas também é de sua responsabilidade: trata-se de uma grande área de preservação de 6 mil hectares onde são desenvolvidas atividades de ecoturismo, pesquisa científica, educação socioambiental, manejo florestal e participação comunitária. Somente na área do parque encontram-se 449 nascentes do Rio Itatinga, o que equivale a 50% da bacia desse rio.

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