Dia Internacional da Igualdade Feminina

Dia Internacional da Igualdade Feminina

Você sabia que, em 26/08, é comemorado o Dia Internacional da Igualdade Feminina? A data tem como objetivo celebrar as conquistas das mulheres ao longo da história, na luta por uma condição de igualdade entre gêneros.

Em nossa cultura, há certa resistência com a palavra “feminismo”, importante movimento social e político que tem como objetivo conquistar o acesso a direitos iguais entre homens e mulheres e que existe desde o século XIX. Ao contrário do que muitos pensam, feminismo não é o contrário de machismo. Enquanto o feminismo busca construir condições de igualdade entre os gêneros, o machismo é o comportamento que coloca o homem em posição de superioridade com relação à mulher.

Se a história do feminismo não é muito conhecida, deve-se também ao fato de que é pouco contada. Então, neste Dia Internacional da Igualdade Feminina, sugerimos grandes títulos escritos por mulheres inspiradoras! Todos impressos em nosso Papel Polen, pela Cia. das Letras. Confira as obras de Malala Yousafzai, Djamila Ribeiro e Chimamanda Ngozi Adichie.

 

Eu sou Malala

Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida: Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.
Com uma recuperação milagrosa, Malala embarcou em uma extraordinária viagem de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas, em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. “Eu sou Malala” é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens.

 

Quem tem medo do feminismo negro?

O livro reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da Carta Capital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento de personalidade pelo qual passou. Foi depois de alguns anos somente que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais permanecer invisível. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir. Uma história repleta de autoconhecimento e luta!

 

Sejamos todos feminista!

“A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar com um mundo diferente.”

Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

Com tantos títulos inspiradores, você já está pronta(o) para começar a compreender e também se sentir parte deste movimento tão importante. Boa leitura!

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